“A vossa palavra seja
sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos
convém responder a cada um.” Cl 4.6
Conforme o Dr. Antônio
Gilberto, a conversa do crente deve ser agradável, cativante, amável
e graciosa. Deve ser uma linguagem originada na graça de Deus
operando em nosso coração, que contenha a verdade com amor.
Ef 4.15 - “temperada
com sal”, pode significar conversa apropriada e marcada pela
pureza. A conversa com graça, no entanto, não exclui palavras
enérgicas e severas quando necessario for para tratar com crentes
inimigos da cruz.
Gl 1.6-9-
Todo discurso deve ser
discreto e oportuno como convém aos cristãos. Deve ser proferido
com a graça de Deus, mesmo que o nosso discurso seja sobre algo
comum deve ser, contudo de um modo cristão. A graça é o sal que
tempera o nosso discurso e impede que este se corrompa.
Os ministros são
servos de Cristo e conservos uns dos outros, ainda que tenha
diferentes postos e poderes para servi-lo e servi-los; não tem o
aval de Deus para usar as tribunas, para proferir desabafos pessoais
equivocadamente, fazendo de suas línguas um destilador de peçonha.
Conforme o parecer de
Tiago 3.5-12, leia, a nossa língua é indomável, mas para o servo é
possível atenuar o problema, pois nós somos filhos de Deus, Rm
8.16, também temos a mente de Cristo 1ª Corinthios 2.14-16; tudo é
possível ao que crê Mc 9.23.
Portanto querido
leitor, temos que nos policiarmos, para que não contraiamos dívidas
impagáveis com a nossa língua, senão quando morrermos o nosso
corpo será transportado num caixão, e a língua em uma carreta...
Cuidemos.
Por: Pr. João Batista
de Souza
Presidente
do Campo de Barreiras-BA
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